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Linux renderizando fontes como o Mac (!!!)

Qualquer ser humano que tenha um pouco de noção percebe, ao usar um Mac, que as fontes nele são renderizadas muito (muito mesmo) melhor que em qualquer outro sistema. Sempre quis deixar minhas fontes no Linux (e até no Windows, quando usava ele..) “iguais” às do Mac. Até baixei um pacote com algumas fontes usadas nele, mas o fato é que o algoritmo de antialias dele é excepcionalmente superior.

Hoje, vagando pela rede, descobri que a biblioteca que renderiza as fontes no Linux (a freetype), já tem no seu código um algoritmo que imita (não exagerando) perfeitamente o algoritmo do Mac para subpixel hinting (que é o tchan do antialias…).

Pois bem.. devido a este algoritmo ser patenteado pela Apple e por ter sido obtido através de engenharia reversa, ele não é ativado por padrão na maioria das distribuições.

Procurei e descobri uma forma de fazê-lo no Ubuntu Dapper, sem muita dor :)
Os passos que fiz, estão no meu Wiki

DICA: Se você trocar suas fontes padrão do KDE/Gnome por Lucida Grande (a fonte padrão do Mac), a sensação é bem melhor :)

Segue um screenshot que fiz, da página no Wiki usando meu Ubuntu+Firefox:

Fontes como no Mac

Flash Player 9 no Linux

Bem, enquanto o Flash 9 para linux (nativo) não sai… (você pode acompanhar o desenvolvimento neste site), muitas pessoas perguntam (e me perguntam), sempre que precisam abrir um site com Flash 9:

“E agora? ”

Testei no meu desktop, um workaround para isso..

Antes que alguém responda me xingando, ou algo assim:

Pode soar meio errado fazer isso.. eu concordo que seria bom esperar sair para Linux, mas as vezes é necessário abrir um desses sites. E defendendo a solução, ela não inclui instalar um Windows (pirata provavelmente) para rodar o site.

Acesse no meu Wiki, a página com o tutorial:

http://blog.acacioas.com/wiki/index.php/FirefoxWineFlash9

Novo repositório para projetos Open Source

O Google está incentivando (ainda mais..) o mundo Open Source.. e de quebra, ainda lançou mais um serviço simples de usar, com muitas funcionalidades e que passa a fazer parte de nossos cotidianos..

O Google Code que antes tinha, basicamente, as contribuições deles para o mundo Open Source, agora tem o Project Hosting.. algo semelhante ao Source Forge, mas bem mais simples (bem mais simples, mesmo..).

Os recursos disponibilizados (pelo menos por enquanto), são um Issue Tracker, o Subversion e espaço para disponibilizar informações sobre o projeto.

Acredito que eles vão incrementar bastante este site.. esperemos pra ver..

Vamos pular!

Amanhã, pelo bem da humanidade, às 08:39:13 (Horário de Brasília, 11:39:13 GMT), pulemos todos para que a Terra desloque sua rota, e com isso, acabar o aquecimento global, aumentar a quantidade de dias no ano, e diversos outros benefícios :D

É sério.. amanhã é o dia mundial do pulo.. Tudo isso tem provas físicas, e tal.. não acredita?! Acesse este site e veja todas as informações

(Eu vou pular :) )

A solução para TODOS os seus problemas!

(O título é um pouco exagerado, mas realmente foi emocionante :~~)

(O post é altamente nerd..)

Clx (Vulgo Iuri) descobriu (o que provavelmente alguém vai dizer que já sabia) que aquele pacote de nome bonito, alsa-oss serve para jogar todas as tentativas de acesso ao oss, para o alsa! :D
O que isso significa? Que programas como o Firefox, que usam oss, não precisam mais ser os donos intocáveis do seu dispositivo de som (Em outras palavras, você pode rodar som em qualquer programa, mesmo aqueles que travavam o /dev/dsp).

Para rodar um programa usando o alsa, ao invés do oss, basta usar:

aoss nomedoprograma

No firefox, basta setar em /etc/firefox/firefoxrc a variável FIREFOX_DSP para o aoss:

FIREFOX_DSP=”aoss”

E rodar ele normalmente..

Inkscape 0.44 Para Ubuntu Dapper

Acabei de compilar o Inkscape 0.44 para Ubuntu Dapper. Dessa vez, ao invés de usar o checkinstall, eu usei as regras para gerar pacotes .deb que o pessoal do Inkscape já tinha tido o trabalho de fazer :P
(Na verdade, eu fui tão preguiçoso que nem mudei o Maintainer para meu nome…)

Download aqui!

Eu não testei com Debian Etch, mas acredito que funcionará normalmente :)

“Toca Raul”

Eu atenderia aos milhares de pedidos de “Toca Raul”, se os mp3 não tivessem direitos autorais :P

Como eu, obviamente, não vou colocar mp3 ilegal pra download aqui, então não vai tocar :D

OBS: Acho que esse foi o post mais inútil desde que comecei a escrever em blog..

Wiki+Tutoriais

Estou instalando um Wiki aqui no site para poder colocar tutoriais :)

Instalei um Wiki para poder colocar tutoriais :)

http://blog.acacioas.com/wiki/

E respondendo:

Pedro, sim :D esse vai ser o primeiro tutorial :P

Ubuntu Dapper!

(Voltando a escrever :) )

Depois de ficar maravilhado com a facilidade de instalação do Ubuntu Dapper, tenho algumas sugestões e dicas para dar ao pessoal que resolver reinstalar ele do zero:

  1. Faça um backup do seu /home e /etc (o /etc é importante porque sempre acontece de um belo dia você lembrar: Ah! No Breezy tinha uma coisa que funcionava direitinho e agora num funciona mais..).. um bom modo de fazer isso é:
    • sudo rsync -avP /home/ /algumaoutraparticao/home/
  2. Obtenha a lista de pacotes instalados na máquina e faça uma cópia também:
    • dpkg –get-selections \* | grep -v deinstall | grep -v purge > lista_de_pacotes.txt

O novo instalador do Ubuntu (Ubiquity/Expresso), é muito simples.. sério.. muito simples mesmo (chega a assustar quem é acostumado a instalar Debian ou Slack :D ). Eles tiraram o Live CD, porque o Install CD é um live CD :) . Não há muito o que falar sobre o processo de instalação, porque realmente é muito simples. A única dica que eu dou é: O particionador, só particiona :P não queira escolher o ponto de montagem nele.. (é na proxima tela… –> perdi uns 10 minutos da minha vida com isso..)

Depois que for concluída a instalação, você pode continuar usando o Live CD ou reiniciar no seu sistema já pronto. Quando você reiniciar, tudo deve estar funcionando bem.. (talvez só não a configuração do X, mas basicamente, basta escolher o driver adequado para sua placa de vídeo e as frequências horizontal e vertical do monitor. Ver /etc/X11/xorg.conf).

Algumas coisas legais:

  • Instalação rápida e fácil do Xgl (a configuração exige uns 10 minutos a mais, mas também é simples)
  • Softwares atualizados! (sylpheed 2.2.4 finalmente :D )
  • Máquina oficial da Sun via apt-get (apesar de eu não gostar de java, isso ajuda um bocado a instalação)
  • Versão especialmente desenvolvida para servidores, com kernel otimizado para segurança e performance, além de facilidades como um instalador hiper-mega-power simplificado para LAMP (Linux+Apache+Mysql+PHP –> bom para empresas que trabalham com Co-Location e pessoas que instalam muitos servidores)

Observações pós-instalação:

  1. Quem quiser configurar o locales da máquina, veja este arquivo:
    • /var/lib/locales/supported.d/local
    • Depois rode:
      • sudo dpkg-reconfigure locales
  2. O Xgl é muito bonito, é um bom argumento para quem gosta de “frescuras” no Desktop. Detalhe: Se for habilitar o Xgl, deixe o compiz rodando. Fica mais rápido com o compiz, do que sem…
  3. Obviamente, sem o Xgl é bem mais leve…

Quem quiser baixar, a ISO já está disponível no Canal de Linux da Diginet (e no site oficial, óbvio :P ).

OBS: Também já temos o mirror para o apt-get :D
Bem… é isso.. comentem!

Pacotes .deb para Ubuntu Breezy

Bem, quem me conhece sabe que tenho mania de estar sempre usando (e testando) softwares Open Source novos.

(Vou contar um pouco de história, ai depois eu volto :) ) Antigamente quando baixava, compilava um programa e executava o velho e famoso make install ficava a pergunta: Onde esse programa foi instalado? Pra onde raios foram os arquivos?. Enquanto não se fazia mais nada além de usar o programa, estava “tudo bem”. O problema era quando se queria remover o tal programa. Normalmente eu usava um método bem simples… desistia :P era meio que impossível e eu simplesmente esquecia que tinha instalado algum programa com make install. Eis que um dia (depois de ter migrado para o Ubuntu), eu descobri um programa chamado checkinstall. O checkinstall, resolvia totalmente meus problemas: Eu só precisava compilar e, no final, ao invés de rodar make install, eu rodava checkinstall -D. O que acontecia? O checkinstall gerava um arquivo .deb com meu programa compilado (!!!). Sendo assim, quando eu quisesse remover, ou atualizar o programa que eu compilei, era só usar o dpkg e o resto o debian dava conta.
(Agora voltando ao assunto…) Pois bem, tenho costume de sempre que compilo algum software novo, gerar o .deb dele. Na Diginet, empresa onde trabalho, tenho costume de repassar para o pessoal os .deb que gero e assim todos podem usar o software novo. Só há um problema com os pacotes gerados pelo checkinstall (que são os que eu distribuo). Eles não fazem checagem de dependências. Ou seja, eu tenho que lembrar quais bibliotecas usei, ou simplesmente instalar as bibliotecas que por ventura o ldd diz não encontrar no sistema.

Alguém vai perguntar porque eu não gero os pacotes .deb no formato convencional e passo a enviar ao pessoal do Ubuntu ou do Debian. De fato, é o que tenho vontade de fazer. Mas como é bem mais prático e até agora eu nunca tinha distribuído os pacotes para fora da Diginet, não era um grande problema. (Acho que vou começar a fazer isso para os próximos..).

Bem… depois de falar sobre isso tudo, segue a alguns pacotes que já gerei :)

OBS: Alguns deles estão com o mesmo nome do pacote oficial do Ubuntu, e com o mesmo local de instalação… (Se não quiser correr o risco ou se estiver feliz com a versão que tem, CUIDADO!)

amaroK 1.4beta1 (precisa dos 3 pacotes):
libtag1c2_1.4-1_i386.deb
libxine1c2_1.1.1-1_i386.deb
amarok-1.4_1.4beta1-1_i386.deb

sylpheed 2.2.1:
sylpheed-2.2_2.2.1-1_i386.deb